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Mais afetados pela pandemia, comércio e serviços agora lideram alta de empregos no Paraná

 
O melhor mês de julho na geração de empregos no Paraná desde 2010  foi liderado pelos setores de comércio e serviços, apontando para a recuperação econômica do Estado no pós-pandemia. Esses setores foram os mais afetados pela crise sanitária. Com saldo de 7.348 empregos no mês, o setor de serviços puxou o recorde, representando 50,7% do total paranaense de 14.492 empregos. Já o comércio vem em segundo lugar, com 3.401 vagas preenchidas com carteira assinada (23,46%).

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Em ambos os setores, o Paraná é o quarto estado com maior saldo de empregos no período. À frente estão apenas São Paulo (45.195 em serviços e 23.536 em comércio), Minas Gerais (12.276 em serviços e 8.331 em comércio) e Rio de Janeiro (8.755 em serviços e 4.580 em comércio).

No acumulado de janeiro a julho, os serviços já apresentam saldo de 47.836 vagas. No comércio, o número soma 26.700 empregos. Os dados levam em consideração o saldo de carteiras assinadas no período com base nos números mensais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), vinculado ao Ministério do Trabalho e Previdência.

“O Paraná vive um bom momento. A alta de empregos no comércio e nos serviços comprova que estamos preparados para uma grande recuperação econômica pós-pandemia”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Mesmo com a crise que a Covid-19 projetou em termos econômicos, conseguimos ter o menor prejuízo possível perante outros estados. E retomamos o crescimento de empregos neste ano de forma muito expressiva, uma demonstração de que a nossa economia está muito forte, fruto de um governo que busca descomplicar”, disse ele.

Dentre os esforços de desburocratização, o governador exemplifica a abertura de empresas no Estado, que é uma das mais rápidas do Brasil, com média de 1 dia e 9 horas no mês de julho. A média nacional é de 2 dias e 20 horas.

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JULHO - Com saldo positivo de 14.492 vagas com carteira assinada, em 2021 o Paraná teve o melhor mês de julho em empregos desde 2010. O número é 64% maior que no mesmo mês de 2020. O saldo acumulado entre janeiro e julho é de 132.328 empregos. O resultado faz do Paraná o quarto estado que mais abriu postos de trabalho em 2021 no país no primeiro semestre, atrás apenas de São Paulo (594.613), Minas Gerais (219.560) e Santa Catarina (139.410).

“Esse resultado é fruto do trabalho de todas as pessoas: do comércio, da indústria, do agronegócio, da construção civil, enfim, desse ambiente propício para gerar negócios que é o Paraná. Estamos atraindo diversas empresas do Brasil e de fora para investir no nosso Estado. É assim que damos dignidade e oportunidade para a nossa população”, reforçou Ratinho Junior.

RECUPERAÇÃO ECONÔMICA - Para o coordenador estadual de Mercado e Varejo do Sebrae/PR, Lucas Hahn, a alta nos dois setores mais afetados pela pandemia são reflexo de uma maior confiança da população, conforme a situação sanitária melhora. Segundo ele, o avanço da vacinação faz com que a população esteja mais disposta a voltar a uma rotina mais próxima do normal, o que aumenta a movimentação do comércio e a solicitação por serviços.

“A perspectiva é otimista. Quando a gente sai de uma crise, existe uma demanda reprimida. O consumo já aumentou no segundo trimestre e, no segundo semestre, teremos um crescimento ainda maior dessas atividades, impulsionando a retomada econômica”, explica o coordenador.

O especialista também analisa que o agronegócio, base econômica do Paraná, ajudou a sustentar outras áreas durante a pandemia, o que dá mais fôlego à recuperação. Isso acontece porque a alta do dólar e a exportação de commodities favoreceram a renda interna, que acaba sendo distribuída entre outros setores.

“O Paraná tem uma economia diversificada. Isso facilita a sua recuperação, já que um setor auxilia o outro. Consequentemente, as perspectivas são de uma melhora já para o segundo semestre, e de números ainda maiores em 2022”, acrescenta Hahn.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) comprovam o crescimento dos setores: a indústria paranaense, por exemplo, cresceu 17,9% no primeiro semestre de 2021 . Já o comércio varejista, por sua vez, cresceu 8% no período.

SERVIÇOS — Dentro dos serviços, a área que mais empregou no Paraná neste mês foi a de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com 4.995 empregos. A categoria abarca os setores de informação e comunicação (saldo de 757 empregos); atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (208); atividades imobiliárias (76); atividades profissionais, científicas e técnicas (915); e atividades administrativas e serviços complementares (3.039).

Também apresentaram saldo positivo o setor de transporte, armazenagem e correio (1.190 vagas) e de alojamento e alimentação (1.546). Tiveram saldo negativo, os serviços de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (-238), serviços domésticos (-1) e outros serviços (-144).

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MUNICÍPIOS — O cenário positivo paranaense não se concentra em poucas cidades. Ao contrário: se espalha por todo o território. Dos 399 municípios paranaenses, 367 tiveram mais admissões do que demissões entre janeiro e julho deste ano. O número representa 92% do Estado. Das outras 32 cidades, 15 encerraram até 10 vagas e 23 até 20 vagas.

SALDO POR SETOR — Veja o saldo na geração de empregos em julho de 2021 em todos os setores avaliados:

  • Serviços: 7.348
  • Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas: 3.401
  • Indústria geral: 2.844
  • Construção: 834
  • Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 65
  • ACUMULADO - Confira o saldo na geração de empregos em todos os setores no acumulado de janeiro a julho de 2021:
  • Serviços: 47.836
  • Indústria geral: 38.165
  • Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas: 26.700
  • Construção: 16.145
  • Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 4.872.

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