REUNIÃO DO CONSELHO DE SAÚDE QUESTIONA O PORQUÊ DE VARIAS AMBULÂNCIAS ESTAREM PARADAS NAS OFICINAS A ESPERA DE REPAROS.

foto: José Adão/Voz do Povo


Após o Voz do Povo ter denunciado ao Ministério Público e ao Conselho de Saúde o fato de ter somente três ambulâncias disponíveis para atendimento no Hospital Municipal 18 de Dezembro, sendo duas para transferências, e uma que por ser pequena só serve para atendimento dentro da cidade. Além disso a Defesa Civil também esta sem ambulância para atendimento de acidentes, complicando ainda mais a situação do hospital e da população. 

O Voz do povo andou de secretaria em secretaria antes de chegar ao extremo de fazer a denuncia, mas as respostas sempre foram vazias e diziam que a responsabilidade era da licitação. 


Na reunião do Conselho que aconteceu na última quarta-feira (18) na Câmara Municipal; estavam presentes o presidente Alex Paulo de Melo e alguns membros do Conselho de Saúde (Sr Pedro  Azevedo de Camargo vice presidenteDr Marcelo Zanini conselheiro  relator da comissão de Fiscalização e Edmara Teixeira de Lara secretaria executiva do CMS) o Diretor do hospital, Sr.º Luiz Carlos, a chefe dos médicos no hospital Drª Mayara Mussi, o chefe de divisão de frotas Silvaney Santos, a servidora da secretaria de saúde Avelina Manosso, o Secretario de Saúde Marcio de Carvalho Martins, o vereador Jean Carlos Klichowski e o Chefe de Gabinete Jeovane Varela. 


Não temos imagens da reunião porque fomos impedidos da fazer por protesto das servidoras Mayara Mussi e Avelina Manosso, que esqueceram que recebem dinheiro público e principalmente que no exercício da função pública não podem reclamar direito de imagem. Mas nossa equipe decidiu acatar a decisão e evitar que a mesmas saíssem da reunião e deixassem ouvir o que já deveriam ter ouvido. 

Ao abrir a reunião o presidente levantou a questão denunciada pelo Voz do Povo sobre a quantidade de ambulâncias paradas em oficinas a espera de reparos, algumas há dois ou três meses. Questionado o responsável pela frota do município disse que não havia orçamento por falta de licitação; que sabe do problema, mas como a licitação estava parada não podia fazer nada, pois o segundo Silvaney, o ganhador não tinha alguns itens exigidos durante o processo de licitação; e foi dado um prazo para que o mesmo regularizasse a situação. 

Um dos membros do conselho questionou, se eles primeiro esperam acabar o contrato para só então depois dar inicio a outro processo licitatório e assim deixam a população desprotegida. O Chefe de Gabinete respondeu “que este problema de licitação vem se arrastando desde junho do ano passado quando acabou o contrato das empresas habilitadas. Em outubro aconteceu nova licitação e até agora não conseguimos finalizar”. Varela foi questionado se no caso da ambulância da Defesa Civil, se não havia possibilidade de haver uma dispensa de licitação, já que o valor é baixo (R$ 1800,00), ou uma compra direta para agilizar os reparos no veículo que é essencial para salvar vidas e já estava a quase um mês parada. Ele disse que não era possível e se alterou dizendo que criticar é fácil, queria ver sentar na cadeira dele e fazer o que ele faz. Não vamos entrar em detalhes, mas tanta gente já se sentou naquela cadeira e não deixou a peteca cair. 


Em seguida, foi abordada a questão de um médico que já fez parte do quadro clínico do hospital; mas teve que sair depois que o Ministério Público apontou várias irregularidades em seu contrato e na forma de trabalhar, e hoje o mesmo atende em consultório particular e segundo a diretora clínica do hospital, ”ele quer internar seus pacientes como se ainda trabalhasse lá”. Segundo o diretor do hospital, senhor Luiz Carlos; nada contra os pacientes dele que tem todo direito de usar o hospital que é publico, mas o médico não pode entrar no hospital e fazer o que bem entende. Segundo Alex, presidente do conselho; hoje existem outros profissionais trabalhando no hospital que merecem todo o respeito. Ele pode levar seu paciente até na porta e se for convidado pelo plantonista, poderá acompanhar o atendimento; caso contrário não pode entrar e se algum funcionário facilitar sua entrada sem autorização da direção, responderá pelo ato. Os fatos narrados serão analisados pelo Conselho de Saúde, e posteriormente tomadas as medidas cabíveis.


Observações:

  • A situação das ambulâncias esta sendo resolvida.
  • A demora desta publicação foi em ter a ATA da reunião como prova em mãos, só recebemos o documento nesta segunda-feira (23).
  • Se alguem quiser copia da ATA ou do documento do Ministério Público, chama no Whats que encaminho (43) 99914-0404.

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