CONFIRMADO – ARAPOTI TEM O PRIMEIRO CASO DE DENGUE EM 2020.


Segundo informações esta semana uma pessoa procurou o Hospital Municipal 18 de Dezembro por não estar se sentindo bem, a pessoa foi atendida e dispensada. Como a situação só foi piorando, e havia a suspeita de ser dengue, foi feito a coleta do material e nesta sexta-feira (17/01) veio à confirmação que se trata de um caso de dengue. 

Ainda segundo as informações, esta pessoa viajou para a região de Campo Mourão e quando retornou já estava com os sintomas da DENGUE. Toda a equipe de endemias de Arapoti se mobilizou para tentar fazer o bloqueio do vírus. Serão feitas visitas no entorno da casa onde foi confirmado o caso de dengue, e se for encontrado larvas do mosquito, será usado um larvicida. Os donos de terrenos que não fizerem a limpeza serão notificados e caso o problema não seja resolvido, os mesmos serão multados através do IPTU e denunciados no Ministério Público.

POPULAÇÃO – A Secretaria da Saúde também reforça o importante papel que a população tem para minimizar a incidência da dengue. A proliferação do mosquito transmissor aumenta muito no verão e é absolutamente necessário que as pessoas eliminem todo tipo de água parada como vasos de plantas, garrafas, lixo, bebedouros de animais, entre outros onde as larvas do mosquito se criam.

Os casos mais graves costumam ocorrer em determinados grupos de risco, composto por idosos, gestantes, lactentes menores (29 dias a 6 meses de vida), imuno-suprimidos, pessoas com algum tipo de doença crônica pré-existente, como hipertensão arterial, diabetes mellitus, anemia falciforme, doença renal crônica, entre outras.
No entanto, a orientação é que todos busquem atendimento de saúde logo que apresentem os primeiros sintomas. O diagnóstico precoce e o tratamento em tempo oportuno reduzem significativamente as chances de agravamento do caso.

Os sintomas são febre acompanhada de dor de cabeça, dor articular, dor muscular e dor atrás dos olhos ou mal-estar geral. Esses sinais não podem ser desprezados. O verão, com temperaturas mais altas e o clima chuvoso, propicia o acúmulo de água e o desenvolvimento do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como a dengue, a zika e a chikungunya. E quem viaja deve redobrar os cuidados para evitar o avanço da doença, tanto no seu imóvel, que ficará desabitado, como na casa eventualmente alugada para a temporada.

Entre os criadouros mais comuns estão vasos e pratos de plantas, garrafas pet, copos plásticos, sacolas, latas e outros materiais recicláveis. Também existem outros vilões que nem sempre estão à vista, como calhas entupidas, ocos de árvores, bromélias e bandejas externas de geladeira.

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