O caso aconteceu no início de 2017 e teve grande repercussão na cidade. As pessoas não se conformavam com a ideia de que aquele pastor tão respeitado tivesse cometido tal ato. Assim que o ministério publico tomou conhecimento do ocorrido deu inicio às investigações. 

De acordo com apuração do Ministério Público do Paraná, no momento do crime estavam no local, além da vítima, o irmão da criança, com dez anos de idade, a mãe e o pai, alvo da denúncia e que foi pastor evangélico em Arapoti durante alguns anos, sendo transferido, no final de 2017, para outra cidade. 

Segundo a Promotoria de Justiça, após o ocorrido, a família encaminhou a criança a um hospital na cidade de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, onde foi registrado boletim de ocorrência e iniciada investigação pelo Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), sendo também acionado o Ministério Público. O pai negou o crime. No entanto, após a realização de várias diligências, como avaliações psicológicas, colheita de depoimentos, perícias, laudos morfológicos, exame de DNA e interceptações telefônicas, o MPPR concluiu existirem indícios suficientes que demonstram ser o pai o autor do crime. 

Durante todo o período o Pastor alegava ser inocente, e  e neste período saíram vários comentários pelas ruas e redes sociais na época, que o estupro foi cometido por um cão. Como todo o processo corre em segredo de justiça por envolver criança, não tivemos acesso aos detalhes da condenação. Somente sabemos que o PASTOR foi condenado a 14 anos de prisão em regime fechado. Como ainda cabe recurso, Seus advogados recorreram da decisão, mas o réu continua preso.
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