“CÂMARA NÃO MANTÉM CERTIDÕES EM DIA E ARAPOTI PERDE 300 MIL”



Os moradores do Cerrado das cinzas e todos os que usam a estrada perguntavam o porquê da demora em termina o calçamento que liga a PR-092 ao Bairro com POLIEDRO; sabíamos que a empresa havia pedido aditivo, depois que havia desistido por vários problemas. 

Mas nesta semana a redação do VP News (VOZ DO POVO) recebeu informações e procurou tomar conhecimento a respeito do Anteprojeto de Lei ordinário 098/2017, que autoriza o poder Executivo a abrir credito adicional especial equivalente a R$. 300.292,11 no orçamento vigente conforme LEI ORDINÁRIA Nº 1779/2017, o qual trata do orçamento para o exercício 2018, e nos causou estranheza ler a justificativa do anteprojeto. 


Pois a justificativa revela a irresponsabilidade de alguns; Mais uma vez vamos pergunta, de que adianta ter pessoas que se dizem conhecedoras das leis; de que adianta estar fazendo cursos e mais cursos dando gastos ao município se nem mesmo conseguem manter em dia as certidões negativas e com isso fazem o município ter que devolver mais de trezentos mil reais, comprometendo a eficiência dos projetos. (pavimentação poliédrica do cerrado das cinzas).

A abertura de credito adicional segundo a justificativa se faz necessário para dar continuidade no poliedro que vinha sendo feito a fim de melhorar as condições de trafego na estra de acesso ao bairro Cerrado das Cinzas. 

Mas no ano passado ao que parece estavam mais empenhado em cassar o ex-prefeito Braz, que se esqueceram de fazer o dever de casa e não mantiveram as certidões em ordem. O documento é indispensável para ter acesso a credito e liberação de recursos, e só foi regularizado quase um mês depois da cassação do prefeito. 

Vale lembrar que segundo as informações colhidas pela nossa equipe, os recursos para pagar esse tipo de compromisso são disponibilizados no inicio do ano, para que a Câmara cumpra com suas obrigações. E vamos fazer uma pergunta que não quer se calar; A câmara é feita por nove vereadores e alguns deles se dizem um exemplo e cobram o erro dos outros, mas quando o erro é dentro da própria casa  todos se calam. Foi aberta uma sindicância para apurar as responsabilidades? Foi um erro que deu um prejuízo de trezentos mil ao município e ninguém fez nada? 

Segundo o mesmo documento a orientação do SEAB foi para que se encerrasse o convenio e posteriormente se reiniciasse o processo.



Pela falta de uma autorização da Câmara, o Prefeito foi cassado e recebeu a pena máxima da política, "A CASSAÇÃO"; o Promotor de Justiça concluiu que não houve dano ao município, decidindo arquivar o processo que a Câmara havia enviado ao MP. 

E agora, como ficará essa situação da devolução dos R$ 300.000,00 "trezentos mil". O município foi lesado, os munícipes estão sofrendo as consequências de a obra estar parada. Os senhores Vereadores ou os comandantes da Câmara devem ser julgados e penalizados por esse ato administrativo lesivo ao município e aos munícipes da área rural? 

Primeiro foi o episódio da cassação que complicou a vida dos agricultores do Cerro do Leão que estão sem os equipamentos até hoje. Agora mais essa, vindo à tona uma situação que esta prejudicando todos os produtores da região!

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