DENUNCIA SOBRE TERRAS DO AEROPORTO LEVANTA NOVAS QUESTÕES SOBRE USO DE TERRAS PUBLICAS.


Andando pelo centro durante a tarde desta sexta-feira (01), fomos abordados por dois senhores que disseram ter sítios aqui em nosso município; Eles se disseram leitores assíduos do blog e gostariam de falar com a reportagem do Voz do Povo; mas não queriam ser identificados; pois temiam represálias por parte dos fazendeiros.

"Nós somos pequenos e como você sabe a corda sempre arrebenta do lado mais fraco."

Primeiramente perguntaram da real situação e o que aconteceu de verdade no AEROPORTO, pois muito se houve falar em conversas de boteco, mas são meias verdades. Os dois senhores ficaram assustados com a história e disseram que isso é café pequeno perto do que eles já presenciaram pelo município.

IMAGEM MERAMENTE ILUSTRATIVA.

Segundo eles estradas foram fechadas, outras estradas que tinham oito ou dez metros de largura hoje quase nem serve um carro e varias outras situações que se os vereadores quisessem poderiam levantar a questão e fazer valer a lei do “Se é para um... É para todos”. 

Um dos senhores fez uma comparação; Se um fazendeiro tiver a fazenda margeando uma estrada por três quilômetros e ele invadir dois metros dessa estrada; ele terá seis mil metros a mais para produzir, e são terras publicas; terras que não lhe pertence. E finalizou "Isso acontece em vários bairros da zona rural e tem varias outras situações que presenciamos  durante nossa vida"

O outro senhor falou meio em tom de revolta “Eu que o diga, há anos passo quase todos os dias por uma estrada que a cada lavoura veio sendo invadida pouco a pouco pelo grande fazendeiro e hoje ele usa praticamente a metade da estrada para produzir e ninguém fala nada.” finalizou o sitiante.


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