Agropecuária cria quase 37 mil novos postos de trabalho em junho.


O setor agropecuário foi o destaque positivo na geração de carteiras assinadas no mês de junho, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Ao todo, a agropecuária liderou a oferta de vagas com a geração de 36.827 novos postos de trabalho em todo o país. Segundo um Comunicado Técnico do Núcleo Econômico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), os setores do agro que apresentaram melhor desempenho em junho foram café, atividades de apoio à agricultura, laranja e soja. Para o assessor do Departamento Econômico da CNA, Paulo André Camuri, os números mostram que a agropecuária sustenta a criação de emprego no país. 

“Os dados mostram que dos oito setores, só a agricultura e a administração pública criaram de forma liquida vagas – mais criou do que fechou vagas. Enquanto a administração pública criou apenas 704 vagas, o setor agropecuário chegou a quase 37 mil vagas. Isso mostra que o setor tem sustentado as estatísticas de emprego no país.” 

Defensor do setor agropecuário no Congresso Nacional, o deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS) comemorou os resultados.

“Além da geração de empregos, o PIB tem crescido em função da agricultura, da pecuária, da produção dos grãos, das carnes, das fibras, lácteos, das frutas, da cana. Enfim, tudo que gera a economia do país.” 

Segundo o Caged, o país o obteve, em junho, o terceiro resultado positivo consecutivo de abertura de vagas de emprego. Contabilizando admissões e demissões, houve uma geração líquida de 9.821 vagas, o primeiro resultado positivo para o mês desde 2014.

Reportagem, João Paulo Machado

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