COLÉGIO CARMELINA FAZ PASSEATA DE REPUDIO A MP-746, E DA EXEMPLO DE COMO FAZER MANIFESTAÇÃO.


O Colégio Carmelina Ferreira Pedroso, fez nesta manha uma passeata em repudio a algumas medidas da Medida Provisória 746, que esta tramitando na Câmara dos Deputados Federal, sem precisar fazer a ocupação do colégio.


Com palavras de ordem: "Não temos partido politico" ou "Não temos lado" e "Só queremos ser ouvidos" a passeata que teve inicio no Colégio que esta localizado no Jardim ceres, passou pela Avenida Luiz Pinheiro e seguiu para o Centro continuou com as manifestações nas Ruas Telêmaco Carneiro, Saladino de Castro e retornou pela Rua Moisés Lupion.


Esta manifestação tem por objetivo discutir e levar ao conhecimento da população algum itens da lei que na visão dos educadores ira trazer muitos prejuízos a Educação no Brasil principalmente no tocante aos investimentos, pois a medida é taxativa e ira reduzir os recursos aplicados na Educação, MP 746/2016, o governo torna obrigatória para os três anos do ensino médio apenas matérias de português e matemática. 

Inglês também se torna obrigatório, mas não necessariamente para os três anos, os demais conteúdos serão definidos pela Base. Para possibilitar que isso seja feito, o governo exclui a obrigatoriedade do ensino de arte, filosofia, sociologia e educação física no ensino médio.


As mudanças só terão validade provavelmente a partir de 2018 – de acordo com o texto da MP, no segundo ano letivo subsequente à data de publicação da Base Curricular, mas podendo ser antecipado para o primeiro ano, desde que com antecedência mínima de 180 dias entre a publicação da Base e o início do ano letivo. Ou seja, nada muda nos atuais currículos.

Com as mudanças os Educadores analisam que a Educação estaria sendo prejudicada e muito, pois os conteúdos que não serão mais obrigatórios.

De acordo com a MP, cerca de 1,2 mil horas, metade do tempo total do ensino médio, serão destinadas ao conteúdo obrigatório definido pela Base Nacional Curricular. No restante da formação, os alunos poderão escolher seguir cinco trajetórias: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas – modelo usado também na divisão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – e formação técnica e profissional.

As mudanças pretendem favorecer também a aplicação dos conhecimentos em diversas áreas – inclusive no dia a dia dos alunos e na realidade do Brasil e do mundo. Pelo Plano Nacional de Educação (PNE), até 2024, 50% dos matriculados cumprirão jornada escolar em tempo integral de no mínimo sete horas por dia, somando 4,2 mil horas em todo o ensino médio.



Escola em tempo integral

Segundo o ministro da Educação, Mendonça Filho, a pasta investirá R$ 1,5 bilhão para ofertar o ensino integral a 500 mil jovens até 2018. O tempo integral passará a ser fomentado a partir do ano que vem. “O tempo integral retira os jovens da vulnerabilidade nas grandes e médias cidades do Brasil e garante uma educação de qualidade”, diz Mendonça Filho.

Notório saber

De acordo com a MP, as aulas do ensino técnico e profissional poderão ser ministradas por profissionais com notório saber - ou seja, sem formação acadêmica específica na área que leciona -, reconhecido pelos respectivos sistemas de ensino para ministrar conteúdos afins à sua formação. “Isso não vale para os demais conteúdos, se eu tenho o ensino de filosofia, eu vou continuar tendo que ter um professor formado em filosofia, isso não muda. Vale apenas para o ensino técnico”, disse o secretário de Educação Básica, Rossieli Silva, no ultimo dia 22, no anúncio da reforma. Com isso, disciplinas como matemática e português continuarão sendo ministradas por professores formados nessas áreas. 

A MP define também que os currículos de formação dos professores terão por referência a Base Nacional Curricular.

















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