ASSUNTO: VIOLÊNCIA CONTRA OS EDUCADORES.

Os professores da Rede Pública estão convidando a comunidade em geral para participarem da reunião extraordinária que será realizada na Câmara de Vereadores, neste dia 04 as 18 h.


O assunto em pauta será: Providências legais para respaldar a segurança dos profissionais de educação e alunos no ambiente escolar.


O estopim da revolta dos profissionais da rede de ensino foi devido a um aluno entrar na Escola e esfaquear a diretora, levando todos os profissionais a se indignarem em redes sociais, dizendo que chegou o momento de discutir a violência que os educadores vêm sofrendo com a relação a “ataques, em vias de fato” aos profissionais.

Os professores pedem às autoridades que discutam a situação e que providencias deverão ser tomadas para que os fatos de agressões não se repitam, e que assim todos possam adentrar nas salas de aulas e fazer o trabalho de educadores.

Pesquisas demonstram que o Brasil é um dos países em que a classe mais sofre com este tipo de violência. O fato dos poderes públicos muitas vezes não oferecer outras atividades para as crianças, como esportes, lazer e trabalho aos adolescentes; e principalmente a falta de vagas nas creches e instituições faz com que fiquem livres “perambulando” pelas ruas, onde são alvos fáceis de marginais que os levam para o mundo do crime. 

Outro fator também seria a estrutura familiar, separações prematuras de casais e irresponsabilidades de “alguns” pais na genuína EDUCAÇÃO dos filhos, pois educação não se aprende na escola, a “casa” seria segundo especialistas em educação o ambiente propício para educar os filhos, na escola se aprende o CONHECIMENTO. 

Com certeza a GUARDA MUNICIPAL será um ponto na pauta de discussão. 

Nas escolas onde tem servidores capacitados como guarda municipal a violência tende a se amenizar, pois eles têm a responsabilidade de proteger o patrimônio público, mas isso depende de um projeto do prefeito e aprovação na câmara de Vereadores e orçamento para o custeio do efetivo.

Mas também deixar bem claro que estes atos de violência aconteceram em escolas estaduais.

COMPAREÇAM!
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