Da Redação | Por José Adão
O Colégio Estadual Carmelina Ferreira Pedroso, em Arapoti, tornou-se foco de atenção nesta semana devido à votação marcada para os dias 17 e 18 de novembro, das 8h às 22h, quando a comunidade escolar decidirá se a unidade deve ou não aderir ao modelo de gestão proposto pelo Governo do Paraná, dentro do programa conhecido como “Parceiro da Escola”.
A proposta prevê a terceirização da área administrativa e de infraestrutura das instituições estaduais, mantendo professores e equipe pedagógica sob responsabilidade do Estado. Apesar disso, o tema tem gerado dúvidas e mobilizado pais, alunos e servidores, que têm se manifestado publicamente na porta da escola e nas redes sociais.
Nos arredores do Carmelina, cartazes e faixas com os dizeres “NÃO é NÃO” e “Respeitem a decisão da nossa escola” mostram que parte significativa da comunidade tem se posicionado contra a mudança. O movimento ganhou força nos últimos dias, impulsionado pela preocupação com possíveis impactos no ambiente escolar, na rotina dos estudantes e na qualidade dos serviços oferecidos. Visto que durante o ano, somente em março os pais tiveram uma reunião, mas sem a presença dos professores.
Segundo informações repassadas à reportagem, a escola ainda não recebeu confirmação oficial de mudanças internas, já que a decisão final depende exclusivamente da votação da comunidade escolar. Pais, alunos maiores de 18 anos, professores e funcionários efetivos, os funcionários terceirizados não terão o direito ao voto. E se não houver quórum, a decisão será imposta pela Secretaria de Educação, não respeitando a escolha da comunidade
A votação ocorre em dois dias consecutivos, 17 e 18 de novembro, e o resultado definirá se o Colégio Estadual Carmelina Ferreira Pedroso continuará sob gestão pública tradicional ou se passará ao novo modelo administrativo.
O Voz do Povo acompanhou a movimentação e conversou com uma das professoras da instituição, que explicou pontos importantes, reforçou a importância da participação e destacou que a decisão final deve refletir a vontade da comunidade escolar. E ser respeitada.



















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