Na tentativa de amenizar e resolver a grande “dor de cabeça” que a atual administração arrumou com as pessoas que “invadiram” as casas sub 50,  a assistência Social do município e o prefeito de Arapoti, “Braz Rizzi”, agendaram uma reunião na tarde desta quarta-feira (08), por volta das 16H30MIN, bem no início da Vila Santo Antônio, onde foram construídas as casas; que no último sábado foram invadidas.


A reunião também teve a participação de alguns contemplados e a participação maciça das pessoas que invadiram o local.


Na oportunidade o prefeito iniciou dizendo que não tem culpa de a situação ter chegado a esse ponto (Há isso ele tem) e que a preocupação é com os próprios invasores, “a qualquer momento a justiça pode dar a ordem de reintegração de posse, o que farão se isso chegar a acontecer?”, afirmou o prefeito.


Mas os “invasores” estavam irredutíveis e disseram que não tem para onde ir e que não estão no local de alegre. “Não estamos aqui por brincadeira”... Sem água, sem luz, sem banheiro e em alguns casos tendo de fazer as necessidades no mato! Disse uma das invasoras.


O Prefeito tentou argumentar que ali também estavam alguns dos contemplados que também precisam das casas e que agora estavam preocupados com a situação; mas a resposta foi de que se os contemplados realmente precisassem teriam entrado nas casas e a invasão não tinha acontecido, relatou uma invasora. E ainda disseram que alguns contemplados que se manifestaram e disseram que realmente precisavam, os “invasores” devolveram a casa. A partir deste momento a coisa ficou complicada e perdeu se um pouco o rumo da conversa; pois alguns invasores começaram a querer cobrar o prefeito por outras coisas e o prefeito se viu só nomeio de uma multidão enfurecida (Cadê os Vereadores da base que para acompanhar o prefeito em grandes eventos estão junto; nessas horas somem tudo). 

O prefeito recebeu cobranças de todo tipo; Emprego, rodoviária, saúde hospital e tudo mais.


Depois que os ânimos se acalmaram foi acertado que os invasores irão formar uma comissão para discutir o assunto junto à prefeitura e a COHAPAR buscando assim uma solução pacifica e que atenda a quem realmente precisa de uma habitação.

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